sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O Brasil não existe...A solução para o Brasil...

O que fazer com essa tal de mentirosa República Federativa do Brasil, centralizada pela sede Brasília que só sabe gastar e gastar o dinheiro do contribuinte, gastos esses sem fundamento, sabem quanto custa manter deputados e todos sabem quanto custa manter senadores e toda aquela estrutura ( carros de luxo, apartamentos, casas, viagens, assessores e etc..) do velho e mal centralismo. Costumo comparar Brasília com um sexto de frutos onde grande parte está podre e todos frutos novos que lá entram se contaminam e também apodrecem, Brasília sai caro demais para os demais estados dessa mentirosa federação, é um atraso e um poço sem fundo de dinheiro, diga-se de passagem mal aplicado e desviado pela velha e comum prática de corrupção.

A grande massa vive anestesiada pelo assistêncialismo e uma outra parte pousa de esclarecidos para manter essa farra, mas na grande maioria vivem na inércia de braços cruzados vendo a chalana afundar.

A grande saída é acabar com o que não existe, terminar com essa farsa chamado Brasil, mas como fazer isso ? Simples, com a formação de vários países todos independentes com suas próprias leis e gerência total de sua economia, com sua própria cultura e com um povo que a represente. Como nenhum país no mundo é auto suficiente não haveriam de ser estes os primeiros, por isso esses países teriam uma integração comercial como no caso da união européia, que aqui seria a união americana que incluiria não só os países formados pelo ex Brasil, mas como também os já existentes.

Isso significa para nós o fim de Brasília e de tudo que ela representa ( centralismo), o fechamento do senado, da câmara de deputados e do palácio do planalto e toda as mordomias e corrupções centralizadas.

Cada país capaz de gerir e fiscalizar seus políticos e sua economia de forma independente e mantendo a amizade entre todos tanto na parte comercial como na parte turística, ou seja mantendo uma política de boa vizinhança como exige o mundo globalizado, com isso estaremos mais ligados do que nunca e estaremos mais eficientes do que agora. Sou um auto determinista pelo Rio Grande, mas acho que essa idéia se aplica ao Brasil inteiro, pois dessa forma todos sairão ganhando, não se perderá o vínculo de amizade criado pela história e poderemos crescer juntos e independentes.
Seria uma contradição dizer isso, mas precisamos nos separar para vivermos unidos de verdade, pois hoje somos obrigados a viver juntos em uma mentirosa união, onde tudo é centralizado desde as leis até os impostos pagos por nós e muito pouco nos retorna, isso não é só um sofrimento do Rio Grande, mas sim de todos os estados que produzem, para encher os bolsos de políticos e manter as mordomias escandalosas destes e ainda patrocinar uma política assistencialista, que cega aqueles que poderiam produzir e gerir seu próprio país.

Beto Terra 29/10/09 São Lourenço do Sul

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